ELISHA CUTHBERT TEM 43!

Sim, eu sei! O título dessa postagem pode parecer estranho para a postagem de abertura deste meu novo blog. De qualquer modo, devo ser um dos últimos humanos a escrever em blogs mesmo, e isso tem tudo a ver com a postagem.




Elisha Cuthbert! Quando começou a fazer um programa infantil sobre Mecânica Popular no Canadá, ela tinha catorze anos. Destacou-se logo bela beleza e vivacidade, não demorando a aparecer na telona dos cinemas, ainda adolescente. Foi lá que a vi pela primeira vez.

Eu, é claro, tinha uns bons quinze anos a mais que ela. No ano 2000, aos 32 anos, eu tinha um carrossel de fotos dela em roupas mínimas decorando o desktop do meu computador com Linux.

Sentia-me, é claro, um pouco culpado. Afinal, a essa altura ela tinha apenas dezessete anos. Que fazer, porém, se ela era um tesão e eu um assumido efebófilo?

Sim, efebófilo. Gosto das jovens! Olho para elas, adimiro-as, mesmo hoje, quando tenho idade para ser avô delas. Acho-as deliciosas de se olhar. Não as paquero mais, claro, porque elas ririam de mim se eu tentasse. E a última coisa que um homem de minha idade precisa é de uma jovem rindo dele. Isso pode anular o efeito de milhares de comprimidos de tadalafila, fiquem sabendo!

O que nos leva novamente a Alisha Cuthbert, que já tem 43 anos agora.

O que isso quer dizer?

Primeiro, que Elisha agora não riria da aproximação de um homem de minha idade. Afinal de contas, quinze anos de diferença entre os 43 e os 58 não são tão significativos assim.

A segunda coisa que isso quer dizer é que estou velho!

E se junto com a velhice vem a maturidade, estou maduro. Na verdade, um pouco mais que maduro, eu diria. Prestes a cair do pé e apodrecer no solo. Porque apodrecer no solo é o destino de todos nós. Pelo menos os que não querem ser cremados.

Este é, portanto, meu primeiro blog como homem plenamente maduro.

Falarei aqui da vida, do mundo, das pessoas... Não de suas vidas pessoais, porque isso nunca me interessou, mas de seus modos, de seus estilos de vida, de suas ideossincrasias.

Como todo bom escritor, falarei sobretudo de mim. Das minhas ideias, das mnhas visões do mundo. Escritores são notoriamente narcisistas nesse aspecto. Adoram falar de si mesmos a todo momento, especialmente nas páginas de seus livros.

Se você gostar e resolver voltar, espero que comente os textos. Não é para ser um monólogo. Se eu gostasse de monólogos, ainda estaria casado com a minha segunda esposa! Tudo que tínhamos eram monólogos. Uma hora ela falava, falava e eu fingia ouvir, outra hoja eu falava, falava e ela nem mesmo fingia que ouvia. Por isso, aliás, é uma ex-esposa agora!

Comente! Critique! Se quiser me xingar um pouco quando eu for desagradável, sinta-se livre para fazê-lo. Eu também xingarei muito. É uma das vantagens de ser velho. Se me ponho a xingar agora, ninguém liga mais. Todos pensam que estou senil.

Ah, como eu gostaria de estar. Todas as vezes que olho para fora da minha janela e vejo o mundo como ele está, sinto imensa vontade de ficar senil logo.

Isso, no entanto, vai demorar algumas décadas ainda.




Agora, se me dão licença, vou dar uma olhada nas velhas fotos da Elisha Cuthberth. E nas novas também. Ela continua tão linda aos 43 quanto era aos 17. Uma beleza diferente, claro, mas ainda assim uma beleza!

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