A revolta (injustificada) da esquerda com o Gen. Mourão
Em nome de Allah, o Clemente e Misericordioso!
Um dos episódios interessantes ocorridos durante o (des)Governo Bolsonaro foi a revolta generalisada da esquerda com o então vice-presidente, Gen. Mourão, depois que ele disse que filhos de mães solteiras tinham mais chance de serem desequilibrados e até de entrarem no mundo do crime.
"Ah, ele está discriminando as mãos solteiras!"
"Ah, ele está dizendo que as mulheres são incapazes de criar filhos sozinhas!"
No final das contas, não era nada disso. Ele estava só proclamando um FATO inegável, confirmado de várias formas, desde a Psicanálise até a Estatística.
Na Psicanálise sabemos que o PAI é o formador do SUPEREGO, ou seja, é a figura paterna quem impõe limites, grava na mente da crianças as forças sociais que limitam suas ações ou, minimamente, as classificam como morais ou não.
Sem a figura paterna, a criança tem menos chance de desenvolver um superego sadio e, sim, tem maior chance de ser desajustada e até criminosa, uma vez que é o superego que nos faz aceitar os limites sociais e ter um comportamento compatível com as leis sociais.
Do lado da estatística, é fácil ver o mesmo. Os dados do sistema prisional mostram isso claramente. A esmagadora maioria dos presos vêm de lares desfeitos, famílias desequilibradas, lares sem pais.
"Ah, mas eu conheço gente que tem pai e mãe e está na cadeia."
Sim, seu idiota! Claro que conhece! Ninguém está dizendo aqui que APENAS filhos de mãos solteiras serão presos. Estamos dizendo que a probabilidade de cometer crimes é maior para esse grupo. Não é minha culpa a sua incapacidade de ler e entender a diferença entre essas duas afrimações!
A verdade é que Mourão tinha razão. E que as esquerdas precisam começar a entender que fazer barulho contra algo não faz esse algo estar errado.
Estou falando nesse assunto porque acabo de ler uma notícia sobre um rapaz de 17 anos que esfaqueou a própria mãe, de 33, durante a festa de aniversários do padrasto.
Vamos aos fatos por trás dessa notícia:
- A diferença de idade entre a mãe e o filho é de apenas 16 anos. O que significa que há 75% de chance dessa mulher ter engravidado aos 15 anos, já que para ser mãe aos 16 a mulher tem de engravidar nos 3 primeiros meses com 16 anos, ou nos 9 últimos meses com 15. Muito pouca diferença. Que se pode esperar de uma criança que está criando uma criança? Que tipo de formação moral essa mãe dará para sua criança, se nem a formação moral dela está completa?
- O rapaz tinha um padrasto, ou seja, vinha de uma união desfeita ou era filho de mãe solteira, dois fatores que podem contribuir para o desequilíbrio mental dele.

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